Aos poucos os podres do casal Kirchner vão aparecendo na Argentina. Ao depor esta semana na Câmara dos Deputados, o ex-embaixador argentino em Caracas Eduardo Sadous reafirmou o que já havia dito perante a Justiça: que seu país manteve uma “diplomacia paralela” com a Venezuela durante a presidência de Néstor Kirchner, que se estendeu de 2003 a 2007. Os negócios eram feitos por homens da confiança de Kirchner, que cobravam propinas entre 15 e 20% de exportadores argentinos que vendiam maquinário agrícola para a Venezuela. Esses funcionários realizavam acordos por conta própria com funcionários do governo da Venezuela.
Este caso já havia sido denunciado pela oposição que arrolou como principal responsável, depois de Kirchner, o ministro do Planejamento Julio De Vido, que, por sinal, permanece no cargo no governo de Cristina. Esta, por sua vez, demitiu o chanceler Jorge Taiana, porque este permitiu que um subalterno seu fosse prestar depoimento contra os governantes.
Para os oposicionistas, este escândalo é só uma amostra das múltiplas falcatruas feitas entre os Kircher e Hugo Chávez, o que envolve até uma mala contendo 800 mil dólares, flagrada no aeroporto de Ezeiza, que vinha num avião da estatal Petróleo de Venezuela, para financiar a campanha de Cristina. Estes são os negócios dos Kirchner.