As informações procedentes do Oriente Médio dão conta de um ataque contundente de Israel na Faixa de Gaza, que deixou de 150 a 160 mortos e mais de 250 feridos. O ato é represália aos ataques com foguetes que os palestinos do Hamas têm lançado contra cidades do sul de Israel. Esses ataques palestinos, com foguetes caseiros, tem provocado danos em residências, ferimentos em pessoas e, eventualmente, algumas mortes.
São atos de uma burrice atrós, porque os palestinos sabem que serão alvo de uma reação muito mais forte por parte de Israel, mesmo assim seguem com seus atos. Vale ressaltar que os foguetes que lançam são tão precários e as condições onde operam são tão absurdas, que um desses foguetes explodiu ao ser disparado, matando duas meninas.
Este mais recente conflito se dá depois de findar, no dia 19 último, uma trégua de seis meses acertada entre o Hamas e Israel. O Hamas não renovou o acordo de cessar-fogo porque Israel se negou a levantar o bloqueio que mantinha sobre a Faixa de Gaza, impedindo a entrada de alimentos, medicamentos e água. Como os palestinos voltaram a lançar seus foguetes contra cidades do sul israelense, o governo de Israel partiu para a retaliação. Como sempre, desproporcional, provocando a morte indiscriminada tanto de militantes do Hamas, como de mulheres e crianças.
Como violência gera violência e no Oriente Médio o que predomina é a intransigência, já se pode prever qual será a próxima etapa. O Hamas prometeu vingança. Como não tem força militar para enfrentar Israel, esta ação virá através do terror. Daqui a alguns dias se terá a notícia de um atentado em Israel, praticando por um homem ou um mulher bomba da comunidade palestina no Hamas.