A Colômbia vive hoje momentos de profundos contrastes. As principais cidades dos países se revestiram de luzes coloridas e resplandescentes arranjos natalinos, para celebrar o que chamam de “fiestas de navidad”. Ao mesmo tempo, no departamento de Caquetá, situado ao sul da capital do país, ao pé da cordilheira oriental do Andes, as pessoas prestaram sua homenagem ao governador Luis Francisco Cuéllar, que foi assassinado pelas Farc. Dali o corpo foi trasladado para Bogotá, para o sepultamento. Assim, a capital colombiana vive momentos de festas natalinas e pompa fúnebre.
Estes contrastes tem feito parte da história recente da Colômbia. O povo colombiano é alegre e divertido e a sua música é de alto astral. Porém, ao mesmo tempo esse povo tem se visto em meio a disputas políticas e ações de guerrilha, que infernizam o país. Atos como o sequestro e assassinato do governador de Caquetá haviam diminuído substancialmente no país. Este foi o mais o ato da guerrilha envolvendo o mais alto personagem, desde que Álvaro Uribe assumiu a presidência em 2002. Ato que é atrubuído à facção Teófilo Forero das Farc. E que foi perpetrado, seguramente, para mostrar que a guerrilha segue viva. E que, consequentemente, vai demandar por parte de Uribe num incremento da colaboração com os EUA no combate ao terror.