O conceituado jornal britânico Financial Times acaba de divulgar a lista das pessoas mais influentes da década, onde figura o presidente Lula. Foi considerado o dirigente mais popular da história do Brasil, o introdutor de programas sociais que ajudaram a população mais carente e o aquele que aplicou as medidas econômica que embasaram o crescimento do país, para que até 2020 se torne a quinta economia do mundo. Lula já havia sido escolhido pelo jornal francês Le Monde como o homem do ano. Tudo isto vem no momento em que está por estrear nos cinemas do país o filme “Lula filho do Brasil”. Tudo isto colocará a popularidade do presidente nas nuvens. E tem mais um detalhe: Lula não se deixou picar pela mosca azul da mudança constitucional para ter mais uma reeleição, como tem acontecido com um grande número de dirigentes latino-americanos.
Inquestionavelmente, Lula é um fenômeno. Vindo de onde veio e chegar até onde chegou. Sua popularidade e seu carisma são incontestáveis. Assim como sua percepção política e econômica. Tivesse se deixado levar pelo programa de seu partido ao assumir o governo, Lula não estaria agora na condição de tornar o Brasil a quinta economia do mundo. Ao dar sequência e aprimorar o que vinha sendo feito, mesmo batendo de frente com seus partidários, Lula acertou na mosca. Daí o seu sucesso.