Somente depois de terminada a carnificina deflagrada pelos atentados Mumbai, que deixou quase 200 mortos e mais de 300 feridos, é que se pode dimensionar o tamanho do ataque do terror. O que se sabia inicialmente, era de ataque aos hotéis Taj Mahal e Oberoi-Trident, além de um centro judaico. No entanto, o início da ação se deu pela estação ferroviária, onde os terroristas dispararam indiscriminadamente e lançaram granadas contra a multidão. Como eram vários, os terroristas atacaram também um requintado café, preferido pelos turistas, um restaurante de luxo, um cinema e até dois hospitais.
Com 19 milhões de habitantes, Mumbai é a quarta maior cidade do mundo, centro financeiro e cultural da Índia, pois abriga a bolsa de valores e Bollywood, a segunda maior indústria cinematográfica do mundo.
Por aí se pode perceber a insanidade desse grupo de jovens mujahideens, que sofrem lavagem cerebral ao se dedicarem aos estudos da religião islâmica. Eles executaram o “11 de setembro” da Índia. E o pior é que não se vislumbra perspectiva desse tipo de ação terminar. Pois, enquanto um fanático aproveitador incutindo na cabeça dos jovens de que eles morrerem pela causa do islã terão o paraíso, haverá sempre um babaca desamparado para aderir à causa.