George Bush, que com os 71% de rejeição, se tornou o pior presidente da história recente dos EUA, sairá em janeiro sem deixar saudades. Especialmente, no que toca às suas atitudes quanto à preservação do planeta. Basta ver que se negou a assinar o Protocolo de Kyoto, que visa a redução das emissões de gás carbônico e diminuir o buraco na camada de ozônio. Felizmente, qualquer que seja o seu sucessor essa situação deve mudar.
Os candidatos democratas, Barack Obama e Hilary Clinton, há muito que já deixaram claro sua disposição de agir contra a queima de combustíveis fósseis, ou seja, petróleo, carvão e gás natural. Pois agora, de forma até certo ponto surpreendente, o candidato republicano John McCain também anunciou que, se eleito, irá estabelecer metas para a redução das emissões. Quer reduzir em 60% até o ano 2050, tomando por base os níveis de 1990. O plano dos democratas é chegar a 80% de redução.
Assim, se não ficarmos na promessa de campanha, vamos ter uma mudança substancial de procedimento na maior potência do planeta. A convicção de que isto será feito fica por conta do pronunciamento de McCain: “Fomos alertados por cientistas do mundo todo, sérios e com credibilidade, de que o tempo é curto e os perigos são grandes”.